Guardo em mim um amor bonito, mas não correspondido... É tão bonito vê-lo em sua total simplicidade, com uma samba-canção velha, barba mal Feita, me perguntando qual será a janta. E eu, no meu melhor pApel (vassalo) me reivento todos os dias, na tentativa de que ele me veja, somente me veja...
Pergunto do seu dia e o ouço contar até o que eu não gostaria de ouvir, mas de olhos tão atentos que o mundo morre naqueles instantes. Ele não me pergunta sempre do meu, mas quando pergunta, meu coração parece uma represa a transBordar!
Vou Insistindo em minha teimosia pacífica, nada é em vãO...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
J'attendais
Et j'ecoutais longtemps couler l'eau des fontaines
Et j'ecoutais le vent chanter infiniment
Vagues de quietude et de paix
D'aussi loin que je me souvienne
L'enfance est un immense ocean
Et je revais longues annees, longue indolence
Ou rien ne se passe mais ou rien ne s'oublie
J'allais sereine et sans connaitre
Le moindre feu d'une absence
Ce n'est qu'en te croisant
Que j'ai su, j'ai compris
J'attendais, j'attendaisJ
'attendais ton regard pour expliquer enfin
Le pourquoi de ces au revoir
A tout ce long chemin
J'attendais, j'attendais
Le pays de ton corps le toucher de tes mains
Ma douce boussole mon nord,
Le sens a mes demains
Et j'abordais les troubles rives adolescentes
Les doutes, les jeux, les mauvais courants
Je me souviens les coups de sang
Des musiques et des mots de France
Amants d'avant
Y'a bien des vies qu'on nourrit d'etude ou de science
Destins faits d'aventures, de records ou d'argent
Des vies d'ecriture et de voyage
Ou de reve de puissance
J'y pensais bien de temps en temps,
En ecoutant le vent
J'attendais, j'attendais
J'attendais ton regard pour expliquer enfin
Le pourquoi de ces au revoir
A tout ce long chemin
J'attendais, j'attendais, j'attendais ton amour
Ton beau ton bel amour
Je l'attendais pour enfin vivre
En donnant a mon tour
J'attendais
Et j'ecoutais le vent chanter infiniment
Vagues de quietude et de paix
D'aussi loin que je me souvienne
L'enfance est un immense ocean
Et je revais longues annees, longue indolence
Ou rien ne se passe mais ou rien ne s'oublie
J'allais sereine et sans connaitre
Le moindre feu d'une absence
Ce n'est qu'en te croisant
Que j'ai su, j'ai compris
J'attendais, j'attendaisJ
'attendais ton regard pour expliquer enfin
Le pourquoi de ces au revoir
A tout ce long chemin
J'attendais, j'attendais
Le pays de ton corps le toucher de tes mains
Ma douce boussole mon nord,
Le sens a mes demains
Et j'abordais les troubles rives adolescentes
Les doutes, les jeux, les mauvais courants
Je me souviens les coups de sang
Des musiques et des mots de France
Amants d'avant
Y'a bien des vies qu'on nourrit d'etude ou de science
Destins faits d'aventures, de records ou d'argent
Des vies d'ecriture et de voyage
Ou de reve de puissance
J'y pensais bien de temps en temps,
En ecoutant le vent
J'attendais, j'attendais
J'attendais ton regard pour expliquer enfin
Le pourquoi de ces au revoir
A tout ce long chemin
J'attendais, j'attendais, j'attendais ton amour
Ton beau ton bel amour
Je l'attendais pour enfin vivre
En donnant a mon tour
J'attendais
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Rir até as orelhas
Enquanto acesa estiver a luz de tua casa
Uma fagulha estourará em minha alma
E haverá o bater de uma asa
Dentro desse velho coração sem calma
Não me deixas dormir
Porque teus sonhos são menores que os meus
E não te deixo fugir
Porque meus abraços maiores que os teus
Mas durma o teu sonho juvenil
Porque logo nascerá o sol
E eu estarei na janela pra te ver passar sutil
E te ouvir falar teu tosco espanhol
Que me faz rir até as orelhas
É assim que és belo
Me alegrando como vento nas telhas
E me deixando acordada para não romper o elo
Entre a tua luz acesa
E minha alma que
A ti, num vago momento, ficou presa.
Uma fagulha estourará em minha alma
E haverá o bater de uma asa
Dentro desse velho coração sem calma
Não me deixas dormir
Porque teus sonhos são menores que os meus
E não te deixo fugir
Porque meus abraços maiores que os teus
Mas durma o teu sonho juvenil
Porque logo nascerá o sol
E eu estarei na janela pra te ver passar sutil
E te ouvir falar teu tosco espanhol
Que me faz rir até as orelhas
É assim que és belo
Me alegrando como vento nas telhas
E me deixando acordada para não romper o elo
Entre a tua luz acesa
E minha alma que
A ti, num vago momento, ficou presa.
A beleza está nos olhos de quem vê...

Olha bem, meu amor
Esses olhos que vêem flores em você
Que cansados de te ver feliz
Me obriga a ser feliz também
Esses olhos que procuram tua luz
Para iluminar o fosso da alma
Olha bem, meu amor
Esses olhos embriagados
Que de tanto, piegas estão
Esses olhos pobres de cor
Porque ontem não te viram
Olha bem, meu amor
Esses olhos que amam te ver
Olha bem, meu amor
Antes de virares as costas
Veja teu espelho, meu Nasciso
Afinal, antes de lançar-te
Em qualquer de tuas aventuras
Sei que gostas de ver-te belo!!
Em um vão momento
Ah, meu querido Otelo!
Seu ciúme machuca,
mas não pode matar meu amor
que sai cambaleando
com um ferimento bem na perna.
Você é tão livre quanto meus versos,
mas não vá muito longe!
A estrada é longa e a vida é curta
Deixa eu encostar minha cabeça
no seu peito e ouvir seu coração
batendo do lado direito!
Eu sei que está errado,
o coração é do lado esquerdo,
mas isso é
apenas um detalhe sem importância.
Sobre Deus e outras coisas
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Primeiras palavras...
Nossos sentimentos são como gigantes adormecidos, como um vulcão em inatividade. Por muito tempo fui ávida em escrever, em expressar o que penso, mas diante das intempéries da vida e das atribulações diárias, esqueci de olhar para dentro de mim mesma.
Pois bem, vou começar pelo princípio. Não me apresentei até então nesse diário público, visível aos olhos de todos. Vamos lá, "sou um animal sentimental". Entrego meus sentimentos quando menos espero...
Hoje vivo num dilema, "ser ou não ser"! Fujo do que realmente sou pra ser feliz? Ou sou feliz na medida do que sou?
Como todo ser humano tenho um coração "que é um músculo involuntário"... e "bem melhor que não tivera..."
É difícil terminar um post que não fui capaz de concluir sequer em minha cabeça...
Pois bem, vou começar pelo princípio. Não me apresentei até então nesse diário público, visível aos olhos de todos. Vamos lá, "sou um animal sentimental". Entrego meus sentimentos quando menos espero...
Hoje vivo num dilema, "ser ou não ser"! Fujo do que realmente sou pra ser feliz? Ou sou feliz na medida do que sou?
Como todo ser humano tenho um coração "que é um músculo involuntário"... e "bem melhor que não tivera..."
É difícil terminar um post que não fui capaz de concluir sequer em minha cabeça...
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