Guardo em mim um amor bonito, mas não correspondido... É tão bonito vê-lo em sua total simplicidade, com uma samba-canção velha, barba mal Feita, me perguntando qual será a janta. E eu, no meu melhor pApel (vassalo) me reivento todos os dias, na tentativa de que ele me veja, somente me veja...
Pergunto do seu dia e o ouço contar até o que eu não gostaria de ouvir, mas de olhos tão atentos que o mundo morre naqueles instantes. Ele não me pergunta sempre do meu, mas quando pergunta, meu coração parece uma represa a transBordar!
Vou Insistindo em minha teimosia pacífica, nada é em vãO...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
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Belo texto Ana. Não sei que trago em mim um amor não correspondido, não sei direito o que sinto. Eu acho que são dois sentimentos que não se encontram, um trabalha de mais, é maduro, o outro é carente, é uma criança chorando por um doce que ele mau se delicia.
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